segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A despedida

A despedida:

Aqui...não sei mais como sentir,não sei mais como ver,não sei mais como é tocar nem como ouvir,agora só consigo pensar...como me víam?oque sentíam em relação a mim?gostavam de permanecer em minha presença?gostaríam de estar comigo agora?não sei,não posso voltar,lamentar,ou mudar o que ocorreu,esteja como estiver,posso escolher me reerguer ou recolher-me,se recolher-me,deixo de lado as loucuras da vida e danem-se os que lá sofrem e porém são felizes,e dane-se tudo o que fiz em uma sociedade ingrata,e dane-se cada gota de suór e lágrima que se fundíu ao solo seco do mundo e que evaporou ao ar impúro do ser humano,mas se me reerguer,minhas forças tem de se reelevar e rejuvelescer uma alma destinada as alegrias,tristezas,orgulhos e decepções da vida,e que ainda há de melhorar!,mas...como saber de tal incerteza?como escolher em um caso de que as escolhas tem um preço mais alto do que podemos palpar?Onde temos de escolher entre o ruím eo piór?onde toda vida é criada para se exaurir e se exvaír sem especialidade?onde a escuridão é a prole da luz?onde há hoje e sempre a despedida.  

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O código da vida





Um dia,me aprofundei as brumas de minha mente,lá tudo éra claro como o paraíso,adiante havia algo parecido com uma caverna,adentrando haviam pequenos faixos de luz em forma de códigos,conforme caíam iam se discipando,quanto mais eu tentava recupera-los,mais se perdiam,na escuridão abundante,outros códigos surgiam,adentrando de onde outros disciparam-se,a cada código surgia uma nova cor e forma,que por sua vez elevava-se e se transformavam mutua e constantemente,quando saí do local tudo havia mudado tanto em cima quanto em baixo em um imenso enmaranhado de cores e formas que se substituíam a cada código que surgia,o grande fenômeno...o grande código da vida.